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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

De volta a reeducação alimentar

Lembro que ano passado já me sentia mais pesada do que de costume do ano inteiro. Lembro que eu me controlei bastante durante as festas, mas começava a perceber que me corpo estava mais pesado. Em dezembro de 2014 estava com 62 kg, esse mantive até abril desse ano e hoje estou com 70 kg. O incômodo do peso é a mesma sensação de quando comecei a minha dieta, cansaço, falta de disposição, comer massa sem gastar calorias, sem treino, refluxo, gordura abdominal, calor, dores de cabeça e dificuldades para dormir.
Durante o ano de 2015 tentei corre varias vezes, impossível, meu pulmão mal aguenta 500m. Uma vez que durante esse trabalhei durante muito tempo 10 h por dia. Mas ok, doutorado garantido:
Apresentação do doutorado out/2015

Cansada dessa rotina de cansaço e extremamente improdutiva resolvi "recomeçar". Certamente engordar em um ano 10kg, envolve mais do que peso, envolve a gordura corporal que foi acumulada também e que só vai embora com muito suor.
Esse primeiro momento me concentrarei em perder peso de forma a fazer uma caminhada durante a semana.
Segue a tabela de acompanhamento:

Poderia até me preocupar com meu peso no próximo ano, mas quando você se sente mal com o seu corpo penso que você deve mudar agora.

Sigamos

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Relação com dieta



Ontem tive duas conversas sobre dieta e na verdade eu mais ouvi do que falei pelo simples fato de não saber o que dizer. Sempre as pessoas falam: eu não sei fazer dieta não consigo, eu fujo da nutricionista, eu não consigo comer regrado porque meu marido não ajuda, não consigo cozinhar para semana inteira.
Entre outras descobri que após um ano e meio em dieta (as mais variadas possíveis), não sei o que dizer para essas pessoas.


Meus convites e passeios não se baseiam mais em onde eu vou comer depois. Descobri muito outros hobbys que podem substituir a preocupação depois de “onde vamos jantar?”
Não quero dizer que não sinto fome, ainda sinto muita fome hehehe. Mas não faço mais questão de centralizar um determinado restaurante como passeio.
Eu levo ainda hoje lanchinhos para o trabalho, porque onde trabalho não há frutas ou uva passa... coisas que estão na minha dieta! Eu pago nutricionista para me dizer o que comer, porque simplesmente não tenho o dom de inventar pratos mirabolantes na cozinha e talvez nem queira ter. Simplesmente reconheço que não sei o que devo comer e alguém me diz o que devo comer.
Claro que com o passar desse tempo meu cardápio reduziu muito e se for parar para pensar no que como... Bom tenho comido alimento de verdade e sim vou a todos os lugares, mas não posso dizer que como tudo o que quero, porque deixei de fazer essa ação “sair para comer algo”.
Como porque preciso do alimento para viver, mas isso não derruba a qualidade do que como, evito comidas salgadas, industrializadas, até porque depois de tanto tempo comendo regrado, certas comidas me deixam passando mal. E é a última coisa que eu quero é passar mal por ter comido demais, não por culpa, mas foi um dos motivos por eu ter largado a bebida esse passar mal me incomoda, então não vi motivo para continuar.

Hoje certamente tenho algo mais importante, como rir à toa com os amigos perto ou que estão longe, ler um bom livro, passear na praia, apesar de todas essas atividades terem sido reduzidas por força maior, o doutorado.

Mas certamente planejamento do cardápio semanal ou comer qualquer coisa pelo caminho, não é para mim. Supermercado básico, comida simples, rápida, sem muito sal, sem muita gordura, funcional! Tá dando certo, deixa estar!